segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O Abutre Pina Moura!
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Carta a António Enes
[...] os governos contitucionais e liberais, não querem, nem a justiça, nem a liberdade, nem são o caminho para ela.
Sobre as ruínas de intituições caducas, assentam uma casta que vive dum erro económico da sociedade contemporânea - a burguesia capitalista.
Quanto mais sociedades contituto-liberais se formem mais sangrenta será a luta pela revolução e pela justiça.
Correspondência de J. P. Oliveira Martins
(edição de Francisco d'Assis Oliveira Martins)
Correspondência de J. P. Oliveira Martins
(edição de Francisco d'Assis Oliveira Martins)
No País dos Sacanas
Que adianta dizer-se que é um país de sacanas?
Todos o são, mesmo os melhores, às suas horas
E todos estão contentes de se saberem sacanas.
Não há mesmo melhor do que uma sacanice
Para fazer funcionar fraternamente
A humidade da próstata ou das glândulas lacrimais,
Para além da rivalidade, invejas e mesquinharias
Em que tanto se dividem e afinal se irmanam.
Dizer-se que é de heróis e santos o país,
E ver se se convertem e puxam para cima as calças?
Para quê, se toda a gente sabe que só asnos,
Ingénuos e sacaneados é que foram disso?
Não, o melhor seria aguentar, fazendo que se ignora.
Mas claro que logo todos pensam que isto é o cúmulo da sacanice,
Porque no país dos sacanas, ninguém pode entender
Que a Nobreza, a Dignidade, a Independência, a
Justiça, a Bondade, etc., etc., sejam
Outra coisa que não patifaria de sacanas refinados
A um ponto que os mais não capazes de atingir.
No país dos sacanas, ser sacana e meio?
Não, que toda a gente já é pelo menos dois.
Como ser-se então neste país? Não ser-se?
Ser ou não ser, eis a questão, dir-se-ia.
Mas isso foi no teatro, e o gajo morreu na mesma.
Jorge de Sena
in "40 Anos de Servidão"
Todos o são, mesmo os melhores, às suas horas
E todos estão contentes de se saberem sacanas.
Não há mesmo melhor do que uma sacanice
Para fazer funcionar fraternamente
A humidade da próstata ou das glândulas lacrimais,
Para além da rivalidade, invejas e mesquinharias
Em que tanto se dividem e afinal se irmanam.
Dizer-se que é de heróis e santos o país,
E ver se se convertem e puxam para cima as calças?
Para quê, se toda a gente sabe que só asnos,
Ingénuos e sacaneados é que foram disso?
Não, o melhor seria aguentar, fazendo que se ignora.
Mas claro que logo todos pensam que isto é o cúmulo da sacanice,
Porque no país dos sacanas, ninguém pode entender
Que a Nobreza, a Dignidade, a Independência, a
Justiça, a Bondade, etc., etc., sejam
Outra coisa que não patifaria de sacanas refinados
A um ponto que os mais não capazes de atingir.
No país dos sacanas, ser sacana e meio?
Não, que toda a gente já é pelo menos dois.
Como ser-se então neste país? Não ser-se?
Ser ou não ser, eis a questão, dir-se-ia.
Mas isso foi no teatro, e o gajo morreu na mesma.
Jorge de Sena
in "40 Anos de Servidão"
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
sábado, 22 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Oposição afirma que optimisto de Primeiro-Ministro não tem razão
Para os partidos da Oposição o nível de desemprego significa que o Primeiro-Ministro tinha poucas razões para optimismos ao decretar o fim da crise. A Presidente do PSD acrescentou que os valores alcançados são "sintoma" das "políticas profundamente erradas" seguidas por José Sócrates.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Restauração da Monarquia por 31 da Armada
Durante a madrugada de 10 de Agosto de 2009, e apesar da forte vigilância policial, elementos do "31 da Armada" (Darth Vaders) subiram até à varanda do Paço do Concelho e hastearam a bandeira azul e branca.
99 anos depois da Proclamação da República, naquele mesmo local, foi restaurada a legitimidade Monárquica.
É o contributo do "31 da Armada" para as Comemorações do Centenário da República.
99 anos depois da Proclamação da República, naquele mesmo local, foi restaurada a legitimidade Monárquica.
É o contributo do "31 da Armada" para as Comemorações do Centenário da República.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Sondagem: Indecisão a dois meses do voto
O empate técnico entre os dois maiores partidos (PS e PSD) e a elevada percentagem dos inquiridos que não sabem ou não respondem (22,8%), a dois meses do acto eleitoral são as principais conclusões do Barómetro de Agosto.
A elevada percentagem de indecisos no Barómetro de Agosto (22,8% Não Sabem ou Não Respondem), a menos de dois meses das eleições, é um sinal preocupante para os maiores partidos, mais penalizados com a abstenção.
Outra das conclusões aponta para o empate técnico entre PS e PSD, que volta a repetir-se, mas agora com valores mais próximos dos verificados em Julho. Desta vez O PS, que lidera as intenções de voto, fica apenas a 1,5% (valores em bruto) do PSD. Ambos descem nas intenções de voto, seguindo, de resto, uma tendência apenas quebrada pelo CDS/PP (+1,1%) e pelo BE (+0,4%).
Com este resultado os pequenos partidos com representação parlamentar assumem maior importância numa solução governativa. Se a direita (PSD e CDS/PP) está longe de um resultado que permita formar governo maioritário, também a esquerda não consegue estabilidade parlamentar apenas com um entendimento a dois, seja PS/BE ou PS/CDU.
Só mesmo uma solução a três (PS, BE e CDU), poderia garantir maioria de deputados. Outra solução seria o bloco central, ainda que contrariada pela tendência dos últimos barómetros.

As melhoras na popularidade do Ministério Público
A Procuradoria-Geral da República e a Magistratura Judicial registam, neste barómetro, uma subida considerável de opiniões positivas por parte dos inquiridos. Para isso podem ter contribuído os recentes desenvolvimentos nos processos BPN e Freeport. Ainda assim continuam com indíces de popularidade negativos, mas mais próximos da avaliação do Governo.
Em matéria de popularidade Cavaco Silva continua a liderar, apesar da quebra registada este mês.
Entre os líderes dos partidos, José Sócrates é o mais bem cotado seguido por Francisco Louçã e Paulo Portas. Mais apreciações positivas do que negativas têm também Jerónimo de Sousa e Manuela Ferreira Leite.
in "Expresso", 2 Agosto 2009



























