quinta-feira, 29 de abril de 2010

«Corrupção, Crime Sem Castigo» Parte I

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Grande Reportagem SIC

Declaração Universal dos Direitos do Homem

1 - TODOS OS SERES HUMANOS NASCEM LIVRES E IGUAIS
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A Assembleia da República de Portugal, reconhecendo a importância da Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovou em 1998 uma Resolução na qual institui que o dia "10 de Dezembro" passa a ser considerado o "Dia Nacional dos Direitos Humanos".
in "Canal Notícias e Política"

Memória Histórica - 29 Abril 2010


DESCRIÇÃO: A rendição da Alemanha Nazi e o fim da 2ª Guerra Mundial; o fecho éclair; os motins de Los Angeles; as torturas das tropas norte-americanas aos prisioneiros de Abu Ghraib; Duke Ellington; Daniel Day-Lewis, Michelle Pfeiffer; Uma Thurman; Andre Agassi; os Simply Red cantam "It's Only Love".

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Memória Histórica - 28 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Neste dia, Mário Soares desembarcou em Lisboa, regressado do exílio. Em 1945 Benito Mussolini foi morto por guerrilheiros anti-fascistas. Em 1902 foi fundado o Manchester United. Em 2001 Dennis Anthony Tito tornou-se o primeiro turista espacial. Nascimentos: António de Oliveira Salazar, Jay Leno, Penélope Cruz e Ricardo Araújo Pereira. Em 1979 os Blondie chegaram ao nº 1 do top com «Heart of Glass».

terça-feira, 27 de abril de 2010

Imagem do Dia


O Parlamento da Ucrânia prolongou a permanência da frota russa no Mar Negro o que levou à confusão entre deputados. Bombas de fumo, ovos e tomates serviram de arma de arremesso para os protestos.

Parlamento da Ucrânia - 27 Abril 2010

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O Parlamento da Ucrânia prolongou a permanência da frota russa no Mar Negro o que levou à confusão entre deputados.
Bombas de fumo, ovos e tomates serviram de arma de arremesso para os protestos.
Como consequência da medida, o preço dos gás russo baixa 30% em troca da permanência da frota russa no Mar Negro até 2042, mais 25 anos do que o previsto.

Sócrates no País das Maravilhas

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Cravinhos em Final de Tarde

Memória Histórica - 27 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Foi posto à venda o rato de computador; Benito Mussolini foi capturado por guerrilheiros anti-fascistas; Beethoven compõe "Para Elisa". Nasceram Samuel Morse, Fernão de Magalhães, Anouk Aimé, Ari Vatanen. Sandie Shaw e "Puppet on a string".

segunda-feira, 26 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

"Novecento" - A Libertação (II Acto)

Hoje é duplamente o "Dia da Liberdade"
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Não podemos esquecer que também se comemora o 63º Aniversário da Libertação em Itália (1945), apesar de alguns amigos de Berlusconi não celebrem.
Extracto de "Novecento",de Bernardo Bertolucci.

A Revolução dos Cravos II



Mural de Adres - Lisboa

A Portas Que Abril Abriu


Era uma vez um país
onde entre o mar e a guerra
vivia o mais infeliz
dos povos à beira-terra.

Onde entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo se debruçava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

Era uma vez um país
onde o pão era contado
onde quem tinha a raiz
tinha o fruto arrecadado
onde quem tinha o dinheiro
tinha o operário algemado
onde suava o ceifeiro
que dormia com o gado
onde tossia o mineiro
em Aljustrel ajustado
onde morria primeiro
quem nascia desgraçado.


Era uma vez um país
de tal maneira explorado
pelos consórcios fabris
pelo mando acumulado
pelas ideias nazis
pelo dinheiro estragado
pelo dobrar da cerviz
pelo trabalho amarrado
que até hoje já se diz
que nos tempos do passado
se chamava esse país
Portugal suicidado.

Ali nas vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
vivia um povo tão pobre
que partia para a guerra
para encher quem estava podre
de comer a sua terra.

Um povo que era levado
para Angola nos porões
um povo que era tratado
como a arma dos patrões
um povo que era obrigado
a matar por suas mãos
sem saber que um bom soldado
nunca fere os seus irmãos.

Ora passou-se porém
que dentro de um povo escravo
alguém que lhe queria bem
um dia plantou um cravo.

Era a semente da esperança
feita de força e vontade
era ainda uma criança
mas já era a liberdade.

Era já uma promessa
era a força da razão
do coração à cabeça
da cabeça ao coração.
Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Esses que tinham lutado
a defender um irmão
esses que tinham passado
o horror da solidão
esses que tinham jurado
sobre uma côdea de pão
ver o povo libertado
do terror da opressão.

Não tinham armas é certo
mas tinham toda a razão
quando um homem morre perto
tem de haver distanciação

uma pistola guardada
nas dobras da sua opção
uma bala disparada
contra a sua própria mão
e uma força perseguida
que na escolha do mais forte
faz com que a força da vida
seja maior do que a morte.

Quem o fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

Posta a semente do cravo
começou a floração
do capitão ao soldado
do soldado ao capitão.

Foi então que o povo armado
percebeu qual a razão
porque o povo despojado
lhe punha as armas na mão.

Pois também ele humilhado
em sua própria grandeza
era soldado forçado
contra a pátria portuguesa.

Era preso e exilado
e no seu próprio país
muitas vezes estrangulado
pelos generais senis.

Capitão que não comanda
não pode ficar calado
é o povo que lhe manda
ser capitão revoltado
é o povo que lhe diz
que não ceda e não hesite
– pode nascer um país
do ventre duma chaimite.

Porque a força bem empregue
contra a posição contrária
nunca oprime nem persegue
– é força revolucionária!

Foi então que Abril abriu
as portas da claridade
e a nossa gente invadiu
a sua própria cidade.

Disse a primeira palavra
na madrugada serena
um poeta que cantava
o povo é quem mais ordena.

E então por vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
desceram homens sem medo
marujos soldados «páras»
que não queriam o degredo
dum povo que se separa.
E chegaram à cidade
onde os monstros se acoitavam
era a hora da verdade
para as hienas que mandavam
a hora da claridade
para os sóis que despontavam
e a hora da vontade
para os homens que lutavam.

Em idas vindas esperas
encontros esquinas e praças
não se pouparam as feras
arrancaram-se as mordaças
e o povo saiu à rua
com sete pedras na mão
e uma pedra de lua
no lugar do coração.

Dizia soldado amigo
meu camarada e irmão
este povo está contigo
nascemos do mesmo chão
trazemos a mesma chama
temos a mesma ração
dormimos na mesma cama
comendo do mesmo pão.
Camarada e meu amigo
soldadinho ou capitão
este povo está contigo
a malta dá-te razão.

Foi esta força sem tiros
de antes quebrar que torcer
esta ausência de suspiros
esta fúria de viver
este mar de vozes livres
sempre a crescer a crescer
que das espingardas fez livros
para aprendermos a ler
que dos canhões fez enxadas
para lavrarmos a terra
e das balas disparadas
apenas o fim da guerra.

Foi esta força viril
de antes quebrar que torcer
que em vinte e cinco de Abril f
ez Portugal renascer.

E em Lisboa capital
dos novos mestres de Aviz
o povo de Portugal
deu o poder a quem quis.

Mesmo que tenha passado
às vezes por mãos estranhas
o poder que ali foi dado
saiu das nossas entranhas.
Saiu das vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
onde um povo se curvava
como um vime de tristeza
sobre um rio onde mirava
a sua própria pobreza.

E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe.
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu.

Essas portas que em Caxias
se escancararam de vez
essas janelas vazias
que se encheram outra vez
e essas celas tão frias
tão cheias de sordidez
que espreitavam como espias
todo o povo português.

Agora que já floriu
a esperança na nossa terra
as portas que Abril abriu
nunca mais ninguém as cerra.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

Quando o povo desfilou
nas ruas em procissão
de novo se processou
a própria revolução.

Mas eram olhos as balas
abraços punhais e lanças
enamoradas as alas
dos soldados e crianças.

E o grito que foi ouvido
tantas vezes repetido
dizia que o povo unido
jamais seria vencido.

Contra tudo o que era velho
levantado como um punho
em Maio surgiu vermelho
o cravo do mês de Junho.

E então operários mineiros
pescadores e ganhões
marçanos e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
souberam que o seu dinheiro
era presa dos patrões.

A seu lado também estavam
jornalistas que escreviam
actores que se desdobravam
cientistas que aprendiam
poetas que estrebuchavam
cantores que não se vendiam
mas enquanto estes lutavam
é certo que não sentiam
a fome com que apertavam
os cintos dos que os ouviam.

Porém cantar é ternura
escrever constrói liberdade
e não há coisa mais pura
do que dizer a verdade.

E uns e outros irmanados
na mesma luta de ideais
ambos sectores explorados
ficaram partes iguais.

Entanto não descansavam
entre pragas e perjúrios
agulhas que se espetavam
silêncios boatos murmúrios
risinhos que se calavam
palácios contra tugúrios
fortunas que levantavam
promessas de maus augúrios
os que em vida se enterravam
por serem falsos e espúrios
maiorais da minoria
que diziam silenciosa
e que em silêncio fazia
a coisa mais horrorosa:
minar como um sinapismo
e com ordenados régios
o alvor do socialismo
e o fim dos privilégios.

Foi então se bem vos lembro
que sucedeu a vindima
quando pisámos Setembro
a verdade veio acima.

E foi um mosto tão forte
que sabia tanto a Abril
que nem o medo da morte
nos fez voltar ao redil.

Ali ficámos de pé
juntos soldados e povo
para mostrarmos como é
que se faz um país novo.

Ali dissemos não passa!
E a reacção não passou.
Quem já viveu a desgraça
odeia a quem desgraçou.

Foi a força do Outono
mais forte que a Primavera
que trouxe os homens sem dono
de que o povo estava à espera.

Foi a força dos mineiros
pescadores e ganhões
operários e carpinteiros
empregados dos balcões
mulheres a dias pedreiros
reformados sem pensões
dactilógrafos carteiros
e outras muitas profissões
que deu o poder cimeiro
a quem não queria patrões.

Desde esse dia em que todos
nós repartimos o pão
é que acabaram os bodos
— cumpriu-se a revolução.

Porém em quintas vivendas
palácios e palacetes
os generais com prebendas
caciques e cacetetes
os que montavam cavalos
para caçarem veados
os que davam dois estalos
na cara dos empregados
os que tinham bons amigos
no consórcio dos sabões
e coçavam os umbigos
como quem coça os galões
os generais subalternos
que aceitavam os patrões
os generais inimigos
os generais garanhões
teciam teias de aranha
e eram mais camaleões
que a lombriga que se amanha
com os próprios cagalhões.
Com generais desta apanha
já não há revoluções.

Por isso o onze de Março
foi um baile de Tartufos
uma alternância de terços
entre ricaços e bufos.

E tivemos de pagar
com o sangue de um soldado
o preço de já não estar
Portugal suicidado.

Fugiram como cobardes
e para terras de Espanha
os que faziam alardes
dos combates em campanha.

E aqui ficaram de pé
capitães de pedra e cal
os homens que na Guiné
aprenderam Portugal.

Os tais homens que sentiram
que um animal racional
opõe àqueles que o firam
consciência nacional.

Os tais homens que souberam
fazer a revolução
porque na guerra entenderam
o que era a libertação.

Os que viram claramente
e com os cinco sentidos
morrer tanta tanta gente
que todos ficaram vivos.

Os tais homens feitos de aço
temperado com a tristeza
que envolveram num abraço
toda a história portuguesa.

Essa história tão bonita
e depois tão maltratada
por quem herdou a desdita
da história colonizada.

Dai ao povo o que é do povo
pois o mar não tem patrões.
– Não havia estado novo
nos poemas de Camões!

Havia sim a lonjura
e uma vela desfraldada
para levar a ternura
à distância imaginada.

Foi este lado da história
que os capitães descobriram
que ficará na memória
das naus que de Abril partiram

das naves que transportaram
o nosso abraço profundo
aos povos que agora deram
novos países ao mundo.

Por saberem como é
ficaram de pedra e cal
capitães que na Guiné
descobriram Portugal.

E em sua pátria fizeram
o que deviam fazer:
ao seu povo devolveram
o que o povo tinha a haver:
Bancos seguros petróleos
que ficarão a render
ao invés dos monopólios
para o trabalho crescer.
Guindastes portos navios
e outras coisas para erguer
antenas centrais e fios
dum país que vai nascer.

Mesmo que seja com frio
é preciso é aquecer
pensar que somos um rio
que vai dar onde quiser

pensar que somos um mar
que nunca mais tem fronteiras
e havemos de navegar
de muitíssimas maneiras.

No Minho com pés de linho
no Alentejo com pão
no Ribatejo com vinho
na Beira com requeijão
e trocando agora as voltas
ao vira da produção
no Alentejo bolotas
no Algarve maçapão
vindimas no Alto Douro
tomates em Azeitão
azeite da cor do ouro
que é verde ao pé do Fundão
e fica amarelo puro
nos campos do Baleizão.
Quando a terra for do povo
o povo deita-lhe a mão!

É isto a reforma agrária
em sua própria expressão:
a maneira mais primária
de que nós temos um quinhão
da semente proletária
da nossa revolução.

Quem a fez era soldado
homem novo capitão
mas também tinha a seu lado
muitos homens na prisão.

De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
um menino que sorriu
uma porta que se abrisse
um fruto que se expandiu
um pão que se repartisse
um capitão que seguiu
o que a história lhe predisse
e entre vinhas sobredos
vales socalcos searas
serras atalhos veredas
lezírias e praias claras
um povo que levantava
sobre um rio de pobreza
a bandeira em que ondulava
a sua própria grandeza!
De tudo o que Abril abriu
ainda pouco se disse
e só nos faltava agora
que este Abril não se cumprisse.
Só nos faltava que os cães
viessem ferrar o dente
na carne dos capitães
que se arriscaram na frente.

Na frente de todos nós
povo soberano e total
que ao mesmo tempo é a voz
e o braço de Portugal.

Ouvi banqueiros fascistas
agiotas do lazer
latifundiários machistas
balofos verbos de encher
e outras coisas em istas
que não cabe dizer aqui
que aos capitães progressistas
o povo deu o poder!
E se esse poder um dia
o quiser roubar alguém
não fica na burguesia
volta à barriga da mãe!
Volta à barriga da terra
que em boa hora o pariu
agora ninguém mais cerra
as portas que Abril abriu!

José Carlos Ary dos Santos
Lisboa, Julho-Agosto de 1975

A Revolução dos Cravos I


Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andersen (1919-2004)

Memória Histórica - 25 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Hoje é 25 de Abril, o "Dia da Revolução dos Cravos". Em 1719 foi publicado o livro "As aventuras de Robinson Crusoe". Em França foi feita a primeira execução com guilhotina. Nascidos a 25 de Abril: D. Carlota Joaquina, Guglielmo Marconi, Ella Fitzgerald, Albert Uderzo. Neste dia, em 1970, os "Jackson Five" chegaram ao nº 1 do top com «ABC».

Memória Histórica - 24 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Em 1990 foi lançado Telescópio Espacial Hubble. A 24 de Abril o exército grego entrou em Tróia. Em 1915 começou o genocídio da Arménia. A 24 de Abril de 1974 Otelo Saraiva de Carvalho e um grupo de oficiais do MFA instalaram o seu Posto de Comando no Regimento da Pontinha. Em 2005 Ratzinger subiu ao trono papal com o nome de Bento XVI. Nascimentos: Barbra Streisand, Jean-Paul Gaultier. Em 1970 morreu Cassiano Branco. Em 1982 as "Doce" cantaram "Bem Bom" no Festival Eurovisão da Canção.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Como Abraçar Um Elefante Marinho

Para o Humberto.
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Memória Histórica - 23 Abril 2010


DESCRIÇÃO: A 23 de Abril morreu S. Jorge. Em 1936 o Governo Português aprovou a criação da Colónia Penal do Tarrafal. Em 1974 Otelo Saraiva de Carvalho entregou os envelopes com as instruções para o golpe planeado para a madrugada de 24 para 25 de Abril. Nascimentos: Max Planck, Artur de Sacadura Cabral, Pixinguinha, Sergei Prokofiev, Michael Moore. Em 1616 morreu William Shakespeare e Miguel de Cervantes. Em 1983 os Dexys Midnight Runners chegaram ao nº 1 do top com "Come on Eileen".

Memória Histórica - 22 Abril 2010


DESCRIÇÃO: É 22 de Abril, o dia em que em 1500 Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil. Em 1915 as tropas alemãs na I Guerra Mundial libertaram uma grande quantidade do gás cloro. Em 1945 Adolf Hitler reconheceu a derrota. Nascidos a 22 de Abril: Isabel I, rainha de Castela e Leão, Mariana Alcoforado, Immanuel Kant, Robert Oppenheimer, Vladimir Nabokov, Jack Nicholson e Kaká. Neste dia, em 1984, António Variações deu o seu último concerto.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Deputada Cidinha Campos - Telejornal RTP

Bravo Deputada Cindinha!
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O vídeo em que a Deputada Cidinha Campos fala sobre "os que mamam" onde obteve o maior sucesso na internet em Portugal, Angola e Moçambique.
in "Telejornal - RTP" — 10 de abril de 2010

Air Parlamento - No Comment





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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Memória Histórica - 21 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Inauguração de Brasília; a morte do Tiradentes; primeira vitória de Ayrton Senna, no Estoril. Nasceram Max Weber, Anthony Quinn, Rainha Isabel II, Iggy Pop, Bárbara Guimarães. Morreu Daniel Defoe. Elvis Presley e "Heartbreak Hotel".

terça-feira, 20 de abril de 2010

PSD - Blá! Blá! Blá!

Video do Mês

Lady Gaga - Bad Romance

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Memória Histórica - 20 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: As tropas soviéticas entraram em Berlim. Louis Pasteur e Claude Bernard fizeram o primeiro teste de pasteurização. Ocorreu o Massacre de Columbine, nos Estados Unidos. Alexandre Serpa Pinto. Adolf Hitler. Joan Miró. Nelson Évora. Billie Holiday gravou "Strange Fruit".

domingo, 18 de abril de 2010

Afinal a Tia é um Tio de Louçã.



in "Correio da Manhã", 17 Abril 2010

Manso é a tua Tia, pá!...

Assembleia da República - Debate Quinzenal - 16 Abril 2010
Sócrates vs. Louçã


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Memória Histórica - 18 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Aconteceu o grande terramoto de São Francisco. Grace Kelly casou com Rainier, Príncipe do Mónaco. Um bombista suicida destruiu a embaixada norte-americana em Beirute. Lucrécia Bórgia. Bento de Jesus Caraça. António Fagundes. Haile Gebrselassie. Conan O'Brien. Aretha Franklin e George Michael cantam "I Knew you were waiting for me".

sábado, 17 de abril de 2010

Destino Fatal

Memória Histórica - 17 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Começou a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba. Cristóvão Colombo assinou o contrato que o levou à procura das Índias navegando pelo Ocidente. Martinho Lutero compareceu perante a Dieta de Worms. Giovanni da Verrazano chegou à baía de Nova Iorque. Karen Blixen. Chavela Vargas. Victoria Beckham. Joy Division com "Shadowplay".

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Um País de Sacanas


Que adianta dizer-se que é um país de sacanas?
Todos os são, mesmo os melhores, às suas horas,
e todos estão contentes de se saberem sacanas.
Não há mesmo melhor do que uma sacanice
para poder funcionar fraternalmente
a humidade de próstata ou das glândulas lacrimais,
para além das rivalidades, invejas e mesquinharias
em que tanto se dividem e afinal se irmanam.

Dizer-se que é de heróis e santos o país,
a ver se convencem e puxam para cima as calças?
Para quê, se toda a gente sabe que só asnos,
ingénuos e sacaneados é que foram disso?

Não, o melhor seria aguentar, fazendo que se ignora.
Mas claro que logo todos pensam que isto é o cúmulo da sacanice,
porque no país dos sacanas, ninguém pode entender
que a nobreza, a dignidade, a independência, a
justiça, a bondade, etc., etc., sejam
outra coisa que não patifaria de sacanas refinados
a um ponto que os mais não são capazes de atingir.
No país dos sacanas, ser sacana e meio?
Não, que toda a gente já é pelo menos dois.
Como ser-se então nesse país? Não ser-se?
Ser ou não ser, eis a questão, dir-se-ia.
Mas isso foi no teatro, e o gajo morreu na mesma.

Jorge de Sena, in "No País dos Sacanas" -1973.

Malcolm McLaren & Catherine Deneuve - Paris Paris

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Memória Histórica - 16 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Foi utilizada pela primeira vez a expressão "Guerra Fria". A Fortaleza de Masada, em Israel, caiu nas mãos dos romanos. Massacre no Instituto Politécnico da Universidade da Virgínia, EUA. Charles Chaplin. Merce Cunningham. Peter Ustinov. Henry Mancini. Joseph Ratzinger. Dean Martin gravou "Everybody Loves Somebody".

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Tempo de Antena do PSD

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Comentem

Memória Histórica - 15 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Abriu o primeiro McDonald´s. Primeiros passos do movimento impressionista. Começaram os protestos na Praça de Tiananmen, em Pequim. Leonardo da Vinci. Henry James. Bessie Smith. Beatriz Costa. Aretha Franklin gravou um dos seus grandes êxitos: "Think".

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Os Socralusíadas!


Viva o poeta-plagiador!
Estupendo!
O meio literário português foi surpreendido hoje por uma nova versão (mais uma), declaradamente plagiada dos Lusíadas e que fala do nosso querido Primeiro-Ministro.

Os Socralusíadas!

Os votos e os ladrões assinalados
Que do nordeste agreste transmontano
Por artifícios nunca d'antes perpetrados
Passaram inda além das trafulhices,
Sem perigos e guerras esforçados
De quem vive a política na gandaia
E da gente humilde fanaram
A massa com que tanto enriqueceram;
E também as memórias ingloriosas
Daqueles sem vergonha que se foram apossando
Com engodo e fraude do poder alternativo
Que do norte ao sul andaram mentindo,
E aqueles que por obras viciosas
Se vão da lei sempre se cagando,
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

Cassem do vernáculo e da gramática
Os erros nos discursos que fizeram;
Cale-se de Machado e de Queirós
Os textos sublimes que escreveram;
Que eu canto o peito ilustre Socritano,
A quem ministros e secretários obedeceram.
Cesse tudo o que o PS antigo canta,
Que outro PS apequenado se alevanta.

Deste ócio parlamentar sem mais temores,
Alcança os que são de fama amigos
Milhares de “boys” e graus maiores;
Encostando-se sempre nos amigos
Companheiros de rambóia e assessores;
Foram anos dourados, entre os finos
Lençóis de fio egípcio, puros linhos;

Se esta gente que busca Ministério.
Cuja valia e obras tanto acusaste,
Não queres que padeçam vitupério,
Como há já tanto tempo que ordenaste,
E ouças mais, pois não és juiz de direito,
Dar razões a quem sucede que é suspeito.

Passando ao largo o vento acalma
Mas não duraria muito a calmaria
Eis que um falso amigo denuncia
Que um certo Freeport e seus adelos
Trazem malas cheias de al$gria
Mês a mês, com acertada pontaria,
Pontualidade de antemão agradecida
Pelos súbditos que dançavam a quadrilha.

Entre gentes tão fiéis e tão medrosas,
Mostra quanto pode; e com razão,
É tão fácil entre ovelhas ser leão.
Sabe bem o que o um certo Vara arquictetou,
E de tudo o que viu com olho atento,
Negou e negando assim ficou,
Até mesmo quando outro companheiro
Numa REN foi apanhado com dinheiro.
São uns malandros, explicou.
Mas, com risonho e ledo fingimento,
Tratá-los duramente determina,
Pois assim engana o povo, imagina.

Mas não lhe sucedeu como cuidava.
Eis que aparecem logo em companhia
Uns comparsas que frequentavam aquela
assembleia, que de bordel em nada parecia.

Corrupto já lhe chamam os inimigos,
Danoso e mau ao fraco corpo humano
E, além disso, nenhum contentamento,
Que sequer da esperança fosse engano.

Mas vê-se bem, num e noutro bando,
Partido desigual e dissonante
São muitos contra muitos; quando a gente
Começa a alvoroçar-se totalmente
«Viram todos o rosto aonde havia
a causa principal do reboliço:
entra em cena um caseiro, que trazia
o testemunho sincero do serviço
que as damas ali prestavam
para tão selecta companhia,
e onde fortunas repartiam..
Não perguntava, mas sabia
As alegres badaladas que ali via.

É um suceder de ventos malcheirosos.
Denuncia a imprensa dos maldosos
que o divino comandava um corpore activo
não explicando à roda solta a gastança
com uns cartões em prol da segurança
da coroa e do cetro SO-lalante..
São rubis, esmeraldas, diamantes,
em luzentes assentos bem cuidados,
estofados à conta do erário.
Outros serviçais todos assentados
na Nação e no Simplex concertavam
desculpas para os fulanos que acusavam
fazendo coro com os sociais democratas que gritavam.
(Precedem os antigos, mais honrados,
Mais abaixo os menores se assentavam);
Quando o divino alto, assim dizendo,
com tom de voz começa grave e horrendo:
- «Eternos moradores do luzente,
Estelífero Pólo e claro Assento:
sou o grande valor prós crédulos e inocentes,
de mim não perdeis o pensamento,
deveis de ter sabido claramente
como é dos fatos grandes certo intento
que por ela se esqueçam os humanos
Varas, Felgueiras, Gregos e Romanos"

Mas em particular o esperto mui sabia,
que mentir o faz mais elegante,
Vereis como sorria e escarnecia,
Quando das artes bélicas, diante
Dele, com larga voz tratava e mentia.
Para a disciplina militar ali prestante:
"-não se aprende, senhores, na fantasia,
sonhando, imaginando ou estudando,
senão vendo, cochichando e armando"..
Mas eis que fala falso, mas alto e rude,
da boca dos pequenos sabia, contudo,
que o louvor sai às vezes acabado.
"Tem-me falta na vida honesto estudo,
com longa malandragem misturado,
E engenho, que aqui vereis presente,
cousas que juntas se acham raramente".

"Para servir-vos, braço às armas feito,
Para cantar-vos, minto às Musas dada;
Só me falece ser a vós aceito,
De quem virtude deve ser prezada".

"Se isto o Céu concede, e o vosso peito
Oh dígna empresa, dígno empreiteiro,
com a ladroagem mente e vaticina
olhando a sua substituta assaz divina,
as más, as ladras, as serpentuosas Medusas,
agora a seu lado, na falsidade inclusa":
"faça vista grossa para temas nauseantes".
"Falaram-lhe até que uma tal de Hipotenuza
e sua amiga uma tal de Geometria
acusam-no de comportamento ultrajante"!

"Não as conheço, nunca ouvi falar,
como saber e conhecer não é meu forte,
dos amigos acuados não me afasto, me aproximo,
somos vinhos da mesma pipa, e subestimo,
aqueles que intentam me acusar.
O tempo passa, tudo há de se abafar!"

"Com a minha estimada e leda Musa
que me inspira o engodo e a farra plena,
apanágio do malandro e do farsante,
passeio pelo país com o Magalhães,
dando “rebuçados”, passando adiante,
da fome e da miséria com a minha errante
metamorfose ambulante..."

Memória Histórica - 14 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Começou a tragédia do Titanic. Abraham Lincoln foi atingido a tiro por John Wilkes Booth. Thomas Edison fez a primeira demonstração do seu cinetoscópio - um aparelho precursor do cinema. Christiaan Huygens. Soeiro Pereira Gomes. Robert Doisneau. Adrien Brody. Sérgio Godinho canta "Os Demónios de Alcácer-Quibir".

terça-feira, 13 de abril de 2010

Sinto Vergonha de Mim

Qualquer coincidência com a actualidade no Brasil é pura coincidência com a realidade Portuguesa.

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Sinto Vergonha de Mim

Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
actos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!

[Quadra de Rui Barbosa]

De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto.

Memória Histórica - 13 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Começou a Guerra Civil do Líbano. A missão Apollo 13 teve problemas e correu o risco de não regressar à Terra. Portugal e a China assinaram a "Declaração Conjunta Sino-Portuguesa sobre a Questão de Macau". Tiger Woods, então com apenas 21 anos, tornou-se o mais jovem golfista a ganhar o Masters. Thomas Jefferson. Samuel Beckett. J.M.G. Le Clézio. Jerónimo de Sousa. "We are the world" chegou ao número um do top.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Bravo Senador Cristovan Buarque


Projecto de Lei N.º 400, de 17 Agosto 2007 - Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º

Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica.

Art. 2º

Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014.

Parágrafo único.

As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.

Justificação

No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público.

Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios.

Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos.

Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e vice-Presidente da República deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$2.373,84 inclusive no exterior.
Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras.

O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos:

a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo;

b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas.

c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação;

d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil.

Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação.
É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos.

Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres.

Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto.

Sala das Sessões, 16 de agosto de 2007. – Senador
Cristovam Buarque.
(Às Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania e de Educação, cabendo à última – Decisão Terminativa.)

in “Diário do Senado Federal”, 17 Agosto 2007, págs. 27825 a 27826.

Veja original em :
http://www.senado.gov.br/sf/publicacoes/diarios/pdf/sf/2007/08/16082007/27825.pdf

Somos...




in "Expresso-Única", 10 Abril 2010

Memória Histórica - 12 Abril 2010

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DESCRIÇÃO: Começou o interrogatório da inquisição a Galileu Galilei. Foi lançado o primeiro vaivém-espacial - o "Space Shuttle Columbia". Começou a Guerra da Secessão - a Guerra Civil norte-americana. Deu-se o primeiro caso de "Spam". Nasceram Walter Salles, Carlos Sainz e Herbie Hancock. Chegou ao n.º 1 do top o tema "Aquarius/Let The Sunshine In" cantado pelos 5th Dimension.

domingo, 11 de abril de 2010

Memória Histórica - 11 Abril 2010


DESCRIÇÃO: Em 1933 foi promulgada uma nova constituição para Portugal. Foi assinado o Tratado de Fontainebleau. Começou o julgamento de Adolf Eichmann. Nasceram D.João I, James Parkinson, António Spínola, Norman McLaren, Zeca Baleiro e Joss Stone. Jene Vincent e os Blue Caps gravaram "Be-Bop-a-Lula".